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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Bomba caseira é atirada em participantes da Parada de São Paulo e deixa 30 feridos

Um incidente divulgado esta manhã pelo Supervisor do Policiamento da Parada, o Coronel Marcos Roberto Chaves, tirou um pouco do brilho do final do evento, que aconteceu no último domingo, 14 de junho.

Por volta das 21h, quando muitos participantes da festa dispersavam pela Rua Vieira de Carvalho, próxima ao Largo do Arouche, uma bomba caseira, com cacos de vidro no interior, foi atirada por um morador de um prédio e deixou cerca de 30 pessoas feridas.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 15 delas foram atendidas em pronto-socorros públicos da região, mas todas sofreram apenas escoriações leves. Duas foram para o Hospital do Servidor Público, na Vergueiro, dez para o pronto-socorro da Barra Funda, duas para o Tatuapé e uma para Santana. "Algumas ainda estão em observação, mas devem ser liberadas ainda hoje", informou a assessoria.

Outras sete pessoas foram encaminhadas para a Santa Casa de São Paulo e também já tiveram alta. Ainda segundo o Coronel Chaves, até a manhã desta segunda-feira, o agressor ainda não tinha sido identificado.

Com duas horas a menos do que ano passado, 13ª Parada do Orgulho é encerrada em São Paulo

Com cerca de duas horas a menos do que ano passado, a 13ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo foi encerrada oficialmente às 17h30 deste domingo, 14 de junho, quando o último trio elétrico, o da APOGLBT – Homenagem, desligou o som em frente a Igreja da Consolação, na Praça Roosevelt. Assim, a Parada durou aproximadamente apenas cinco horas e meia, período este em que 20 trios fizeram o percurso Paulista – Consolação.

Embora o número de participantes não tenha sido ainda divulgado pela Associação da Parada do Orgulho GLBT – e a contagem, como pré-combinado, não foi feita pela Polícia Militar –, a equipe do G Online, que faz a cobertura do evento há muito anos, e outros frequentadores assíduos da Parada acreditam que o número de participantes ficou bem abaixo do de 2007, quando, segundo a APOGLBT, 3,4 milhões participaram da marcha.

Sobre ocorrências durante o evento, a assessoria da Polícia Militar informou que o único dado oficial até o momento é que um homem foi preso na Avenida Paulista por vender lança-perfume e encaminhado ao 78º DP.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Outdoors na Paulista dão dicas para curtir a Parada com segurança

Outdoor instalado próximo ao Masp, ponto de partida da Parada
A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) já espalhou por todo o trajeto da Parada, que acontece no próximo domingo, 14 de junho, outdoors com dicas para que os participantes possam curtir a festa com segurança.

Com quatro lados, o outdoor tem em dois deles o mapa do percurso com ícones mostrando onde encontrar postos da polícia militar, ambulatórios, banheiros químicos e estações do metrô.

A outra face do outdoor traz sugestões importantes, como evitar o uso de fantasias mais “ousadas” nas dependências do metrô, andar em grupo para evitar brigas e furtos, alimentar-se bem e comprar bebidas alcoólicas em locais confiáveis.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

PM desmente redução de efetivo na 13ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

Milhões de pessoas participaram da Parada do Orgulho Gay de São Paulo de 2008 (foto)
A Polícia Militar acaba de desmentir o que fora publicado há alguns dias sobre a redução do número de policiais militares na 13ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que será realizada no próximo domingo, 14 de junho.

Em comunicado enviado ao G Online nesta quarta-feira, dia 10, a assesoria da PM afirmou que "ao todo serão mais de 2000 (dois mil) profissionais de segurança trabalhando na manutenção da ordem pública". E não 1200 como foi divulgado anteriormente pelos veículos de comunicação. Em 2008, 1400 policiais atuaram no evento.

Como parte do esquema de organização, a interdição da Av. Paulista ocorrerá a partir da Av. Brigadeiro Luiz Antônio e as paralelas permanecem livres.

Para garantir a segurança dos participantes, serão montados postos da PM e três hospitais móveis, um no MASP, o segundo no recuo do Cemitério da Consolação e outro na Praça Roosevelt. Viaturas de UTI e remoção também estarão disponíveis.

Um dos pontos mais críticos do evento é quando a multidão passa pelo cruzamento da Av. Paulista com a Consolação. Para evitar problemas, a Polícia garante que lá também haverá um posto, além do patrulhamento a pé ao longo de todo o percruso.

PM não fará contagem de participantes da Parada do Orgulho de São Paulo neste domingo

A Polícia Militar informou ao G Online na manhã desta quarta-feira, dia 10 de junho, que não fará a contagem dos participantes da 13ª Parada do Orgulho LGBT, que acontece neste domingo, dia 14, na Avenida Paulista. Segundo a assessoria da PM, esses dados serão divulgados apenas pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT).

A medida deve evitar divergências de informações entre esses dois órgãos, o que já aconteceu em edições anteriores da Parada. Em 2008, o Guinnes, o livro dos recordes, decidiu não mencionar o número de participantes, 3,4 milhões, divulgado pela APOGLBT. Isso porque a PM também não fez a contagem oficial.

Ainda em 2008 a divulgação do número oficial de participantes foi marcada por vários impasses. Na ocasião, embora o público tenha sido visivelmente menor do que em 2007, quando 3,5 milhões de pessoas passaram pelo local, a Associação da Parada demorou para admitir o fato. Porém, resolveu divulgar um número final de 3,4 milhões, cem mil a menos do que no ano anterior.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Estão abertas as inscrições para trios elétricos na Parada do Orgulho de São Paulo

A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) abriu as inscrições para que ONGs e empresas privadas possam colocar um trio elétrico na Avenida Paulista durante a 13ª edição da Parada do Orgulho LGBT que acontecerá na capital paulista no dia 14 de junho.

ONGs e entidades de cunho social poderão se inscrever até o dia 30 de abril e as empresas mistas e privadas têm até o dia 22 de maio. A solicitação deve ser feita à APOGLBT através do e-mail coortrios@paradasp.org.br. A Parada deste ano trará o tema Sem Homofobia, Mais Cidadania – Pela Isonomia dos Direitos!.

Os trios participantes deverão respeitar as exigências acordadas entre a APOGLBT e as autoridades municipais e estaduais. Para esclarecimento, a Associação atende pelo telefone (11) 3362-8266 e pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Ativistas russos garantem que farão Parada do Orgulho em Moscou nesse domingo

Nikolai Alekseev, líder da MoscowPride, durante a 12ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo.

Ativistas dos direitos GLBT da Rússia, entre eles o líder Nikolai Alekseev, prometem fazer a Parada do Orgulho de Moscou, a MoscowPride, em frente à Prefeitura neste domingo, dia 1º de junho. No início desta semana, o Presidente da Rússia, Dmitriy Medvedev, telefonou para o prefeito da cidade e pediu que autorizasse a manifestação.Os militantes haviam pedido à prefeitura autorização para realizar cinco marchas por dia durante o mês de maio. As autoridades municipais, porém, rejeitaram a solicitação com o argumento de que "colocariam a ordem pública em risco por conta de uma possível reação negativa da maioria da população", mesma desculpa adotada pelas autoridades nos últimos anos.A ONG que organiza a MoscowPride afirma, em comunicado, que ainda não recebeu uma autorização formal para realizar a manifestação, mas garante que o evento será realizado de acordo com a lei "porque o direito de marchas nos é garantido pela Constituição da Rússia e pela legislação em vigor".No ano passado e em 2006, o prefeito de Moscou proibiu a realização de manifestações homossexuais na cidade. E, por conta disso, os organizadores da MoscowPride abriram uma representação contra ele no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Guinness não aceita registro da Parada de São Paulo de 2008

Depois de muitos boatos, os organizadores da 12ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo divulgaram na última quarta-feira, dia 28 de maio, que o evento reuniu 3,4 milhões de participantes. Devido a desorganização na contagem do público e a falta de um número real, o Guinness, o livro dos recordes, decidiu não mencionar esse ano a Parada como a maior do mundo.A questão que mais incomoda as organizações GLBT brasileiras não é o desfalque no livro, mas o não pronunciamento da Polícia Militar quanto ao número de participantes. A visível queda de público em relação ao ano passado – onde foram registrados 3,5 milhões – fez com que a organização da Parada e os órgãos de segurança não se pronunciassem quanto ao número.Mesmo assim, para o Guinness, o maior registro de público de Paradas Gays ainda é o de São Paulo, marcando 2,5 milhões em 2006.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Associação não divulga número oficial de participantes da Parada e desmente os 5 milhões

Cena da Paulista durante a 12ª Parada do Orgulho
O impasse continua sobre o número de participantes da 12ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. Nesta segunda-feira, dia 26 de maio, a Associação da Parada (APOGLBT), diferente do que havia prometido, não divulgou um número final e desmentiu os "boatos" (propagados, em parte, pela própria entidade) de que o evento teria reunido 5 milhões de participantes.
Quando a Parada foi oficialmente encerrada às 18h40 do domingo, sabia-se que, embora a Paulista e Consolação estivessem lotadas, o público havia sido menor do que em 2007, quando 3,5 milhões de pessoas passaram pelo local. A APOGLBT, porém, chegou inicialmente a divulgar em seu site que 5 milhões de manifestantes participaram do evento, desmentindo a informação nesta segunda."Publicamos em tom de brincadeira, porque no início da Parada a Silvetty Montilla, que é uma das anfitriãs, brincou dizendo que 5 milhões já estavam na Paulista", tentou explicar ao G Online Murilo Moura Sarno, vice-presidente da APOGLBT.Entretanto, o "tom de brincadeira" não ficou visível, conforme pôde ser lido no texto publicado no site da associação (veja ao lado) no último domingo e já retirado do ar.

domingo, 25 de maio de 2008

Com atraso, Parada de São Paulo termina com tom político

A Parada de São Paulo encerrou oficialmente às 18h40 deste domingo, dia 25 de maio, quando o último trio elétrico passou pela Praça Roosevelt e desligou o som. Sem carros de casas noturnas, a manifestação teve um tom mais político do que em anos anteriores e um clima mais tranqüilo do que em 2007, quando a Avenida Paulista e a Rua da Consolação ficaram intransitáveis. A Associação da Parada do Orgulho GLBT (Apoglbt) publicou em seu site, no final da tarde deste domingo, um balanço surpreendente de participantes da Parada de 2008: cinco milhões de pessoas. O presidente da Apoglbt, Alexandre dos Santos, porém, não confirma o número. Para a Guarda Civil Metropolitana (GCM), foram três milhões de pessoas, menos do que em 2007, quando 3,5 milhões de pessoas participaram da Parada. A Policia militar não calculou e, portanto, não divulgará nenhum valor oficial, atendendo a um pedido da própria Apoglbt.A Avenida Paulista – que deveria ter sido liberada para o tráfego às 18h – continou ocupada até as 19h. Por conta desse atraso, a Apoglbt pode arcar com uma multa e perder a via em 2009. Apesar disso, a festa seguiu com o habitual clima de tolerância. Como em anos anteriores, houve presença de famílias e grupos de heterossexuais que presitigiaram a diversidade e também defenderam o tema da Parada: “Homofobia Mata! Por um Estado Laico de Fato”.

Atropelamento e 300 atendimentos médicos por excesso de bebida marcam 12ª Parada de São Paulo

A ingestão excessiva de bebida alcoólica por parte dos manifestantes resultou mais uma vez em tristes cenas durante a 12ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, que aconteceu neste domingo, dia 25 de maio. Ao longo do trajeto Paulista-Consolação dezenas de pessoas estavam largadas nas calçadas ou sendo arrastadas pelos amigos. A Polícia Militar confirmou ao G Online que foram realizados cerca de 300 atendimentos médicos.O número de flagrantes de roubos e boletins de ocorrência diminuiu com relação ao último ano. Ao total foram feitos cerca de 20 boletins de ocorrência, sendo quatro flagrantes de roubo, enquanto que no ano passado foram 5 roubos e 52 Boletins de Ocorrência. Um incidente triste da Parada foi o atropelamento de Odimar Rubens Martins, de 57 anos, que controlava o engate do trio do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo. Pouco depois das 15h30, o trio descia a Consolação quando pegou mais velocidade que o necessário e acabou esmagando a perna de Martins. Até o início da noite de hoje o homem estava internado na Santa Casa onde será submetido a uma cirurgia correndo o risco de ter a perna amputada.
Outro detalhe da 12ª Parada do Orgulho de São Paulo foi a ausência de trios elétricos das principais boates da capital, o que pode ter ajudado a reduzir o público do evento. O número de participantes foi, aliás, mais um motivo de controvérsia esse ano. Com bem menos pessoas do que no ano passado (quando estiveram presentes 3,5 milhões de pessoas), a Associação da Parada do Orgulho (APOGLBT) insistiu e publicou em seu site o absurdo número de 5 milhões de pessoas.A Polícia Militar ressaltou que não fez a contagem oficial do público da Parada por um pedido da própria Associação da Parada. Até o fechamento dessa matéria o G Online tentou entrar em contato com a APOGLBT para questionar o número de manifestantes do evento, mas não obteve sucesso.

Polícia Militar não calculará total de participantes da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo

A assessoria de comunicação da Polícia Militar informou que não calculará e, portanto, não divulgará, a quantidade de participantes da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo deste domingo, dia 25 de maio. O valor calculado pela Polícia Militar é considerado o número oficial de presentes em eventos no espaço público da cidade.O Sargento Sobrinho, que trabalha na assessoria da PM, disse que “a contagem deste ano será feita exclusivamente pela Associação da Parada do Orgulho GLBT”, mas se recusou a divulgar o motivo pelo qual a PM não fará o cálculo.

Prefeito de São Paulo recebe a chave da cidade de Miami por atuação contra homofobia

Por sua atuação política na luta contra a homofobia, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, recebeu a chave da cidade de Miami, Estados Unidos, na manhã deste domingo, dia 25 de maio, durante coletiva de imprensa da Associação da Parada do Orgulho GLBT (Apoglbt). Ao receber a chave, das mãos de um representante da prefeitura da cidade americana, Kassab ressaltou que a Parada de São Paulo tem “grande importância” para o fortalecimento da economia da capital paulista e da identidade do paulistano como um povo hospitaleiro “que não exercita qualquer forma de discriminação”. O presidente da SP Turis Caio Luiz de Carvalho completou a fala do prefeito afirmando que “São Paulo é, justamente por sua cultura de diversidade, a cidade que mais recebe turistas estrangeiros no Brasil e a 18ª do planeta”. Presente ao evento, a senadora Fátima Cleide lembrou o pioneirismo da iniciativa do presidente Luis Inácio Lula da Silva em promover essa conferência e cobrou do prefeito de São Paulo apoio partidário na aprovação do PLC 122/2006, que criminaliza a homofobia em todo Brasil. Cleide foi citada pela deputada federal Cida Diogo, presidente da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT, como um exemplo de luta pelos direitos GLBT no legislativo nacional, que fez questão de ressaltar a importância da população pressionar seus deputados para aprovarem leis que garantam a igualdade.

Parada de São Paulo movimenta 189 milhões de reais, mas tem apenas 1 milhão de patrocínio

O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (DEM), a senadora Fátima Cleide (PT-RO) e a deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) participaram da coletiva de imprensa que a Associação da Parada do Orgulho GLBT (Apoglbt) promoveu na manhã deste domingo, dia 25 de maio, na sede da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) como cerimônia de abertura da 12ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo.Na entrevista, Manoel Zanini, coordenador do evento, fez questão de ressaltar que a manifestação rende 189 milhões de reais para a cidade, mas recebe apenas um milhão em patrocínio. Já o diretor executivo da Fecomercio, Antonio Carlos Borges, anunciou que durante a Feira Cultural ocorrida na última quinta-feira, dia 22 de maio, a entidade realizou uma pesquisa para identificar os critérios do Selo de Certificação de Qualidade e Respeito à Diversidade. Segundo Borges, "a Fecomercio pretende apoiar as próximas Paradas de São Paulo".Durante o evento, que contou ainda com a presença e o presidente da SP Turis Caio Luiz de Carvalho, Gilberto Kassad recebeu homenagem da prefeitura de Miami.

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