Mostrando postagens com marcador homofóbico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homofóbico. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Fortaleza: Candidato a prefeito promove "feijoada LGBT" para mudar imagem de homofóbico

Candidato do DEM à Prefeitura de Fortaleza, Moroni Torgan participou de uma feijoada com supostos integrantes do movimento LGBT
Para escapar do estigma da homofobia, o candidato do DEM à Prefeitura de Fortaleza, Moroni Torgan, divulgou imagens de uma feijoada que participou no sábado, dia 2 de agosto, com supostos integrantes do movimento LGBT do bairro Vila Velha, periferia da cidade.
Suas principais concorrentes são a atual prefeita Luizianne Lins (PT) e Patrícia Saboya (PDT).Segundo notícia divulgada no site de campanha do candidato, um grupo de jovens recebeu Moroni e seu vice Alexandre Pereira (PP) com "piruetas, pulos e muita dança".
Além de citar o nome de alguns dos participantes da feijoada, a página afirma que os candidatos "apóiam a comunidade GBTLS".
Durante a campanha para o segundo turno de 2004, porém, uma propaganda de Moroni exibida na TV criticava a intenção da atual prefeita de tratar a homossexualidade de maneira "positiva" nas aulas de educação sexual das escolas públicas de Fortaleza.
Por conta disso, Moroni passou a ser considerado homofóbico.Durante a feijoada do último fim de semana, ele disse que pretende tratar os LGBTs "não apenas com o respeito que merecem, mas também com oportunidades, saúde e educação"
.Luizianne, que em 2004 venceu Moroni com folga, também participou no sábado de um evento voltado para a sexualidade.
Ela fez uma caminhada com três mil mulheres ao lado da ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

domingo, 27 de abril de 2008

Grupo Gay da Bahia afirma que o estado é o mais homofóbico do país

O Grupo Gay da Bahia divulgou dados sobre os crimes cometidos contra homossexuais no Brasil e apresentou a Bahia como estado mais homofóbico do país. Desde janeiro de 2008 foram seis mortes - um terço do total de assassinatos do ano passado, segundo os índices divulgados. E Pernambuco esteve à frente por vários anos quando o assunto era homofobia. Agora, a Bahia ocupa 11,3 % dos crimes de todo o Brasil.“A Bahia, tão conhecida pela hospitalidade, cordialidade e alegria, não pode conviver com essa estatística vergonhosa. Esperamos que o governo promova políticas mais efetivas para garantir a segurança dessa população, porque assim, fica muito difícil viver sua orientação sexual”, comenta o presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira.Os dados foram obtidos através de documentos coletados na internet e em jornais, já que não existem números oficiais sobre homicídios contra gays.“Este ano já temos 53 assassinatos em quatro meses. É um homocausto mesmo, extremamente constrangedor para o país. Nem 10% dos assassinos são identificados e menos ainda os que são julgados e condenados. É um estímulo a novos crimes, e o que choca é que metade das vítimas este ano é travesti”, ressalta o antropólogo e fundador do GGB, Luiz Mott, responsável pelo relatório.Aliás, Mott estará à frente da I Conferência Estadual dos Direitos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais da Bahia (GLBT), entre os dias 24 e 26 de abril. O evento vai discutir direitos humanos, políticas públicas para os homossexuais e iniciativas para o combate à homofobia.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails