A polícia de Riga prendeu quatro das cerca de 400 pessoas que, portando cartazes com mensagens homofóbicas, ameaçaram impedir a realização da quarta edição da Parada do Orgulho Gay da Letônia, que aconteceu no último sábado, dia 31 de maio, e reuniu pouco mais de 300 manifestantes na capital. A manifestação teve escolta policial e circulou por ruas que foram previamente isoladas pela prefeitura. Apesar das prisões, não houve registros policiais graves.A Igreja Católica encabeçou a campanha contra a realização da Parada. Na semana passada, o cardeal Janis Pujats e outros doze padres assinaram uma carta enviada ao governo da Letônia afirmando que a manifestação atentaria "contra a moralidade e o modelo de família que existe no país". Para os religiosos, "a homossexualidade é contra a ordem natural e, por conta disso, contrária às leis de Deus".Em entrevista publicada na véspera da marcha, pelo jornal local Neatkariga Rita Avize, o presidente letão Valdis Zatlers apoiou o evento. "Eu me oponho a qualquer tipo de intolerância e essa é a plataforma básica que sempre defenderei", declarou. Militantes e políticos da Grã-Bretanha e da Suécia juntaram-se aos manifestantes que, ao final do manifestação, foram levados de ônibus a um local mais seguro da cidade. "É importante estar aqui e mostrar solidariedade", disse Magdalena Streijffert, membro do parlamento sueco, à agência de notícias Reuters.Uma consulta realizada em fevereiro de 2007 entre a comunidade GLBT da Letônia apurou que 82% dos pesquisados não eram favoráveis à realização de uma Parada do Orgulho em Riga, enquanto somente 7% acreditavam que esse tipo de evento ajuda a promover a tolerância a minorias sexuais.
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terça-feira, 3 de junho de 2008
Sob escolta policial, Letônia realiza Parada do Orgulho
A polícia de Riga prendeu quatro das cerca de 400 pessoas que, portando cartazes com mensagens homofóbicas, ameaçaram impedir a realização da quarta edição da Parada do Orgulho Gay da Letônia, que aconteceu no último sábado, dia 31 de maio, e reuniu pouco mais de 300 manifestantes na capital. A manifestação teve escolta policial e circulou por ruas que foram previamente isoladas pela prefeitura. Apesar das prisões, não houve registros policiais graves.A Igreja Católica encabeçou a campanha contra a realização da Parada. Na semana passada, o cardeal Janis Pujats e outros doze padres assinaram uma carta enviada ao governo da Letônia afirmando que a manifestação atentaria "contra a moralidade e o modelo de família que existe no país". Para os religiosos, "a homossexualidade é contra a ordem natural e, por conta disso, contrária às leis de Deus".Em entrevista publicada na véspera da marcha, pelo jornal local Neatkariga Rita Avize, o presidente letão Valdis Zatlers apoiou o evento. "Eu me oponho a qualquer tipo de intolerância e essa é a plataforma básica que sempre defenderei", declarou. Militantes e políticos da Grã-Bretanha e da Suécia juntaram-se aos manifestantes que, ao final do manifestação, foram levados de ônibus a um local mais seguro da cidade. "É importante estar aqui e mostrar solidariedade", disse Magdalena Streijffert, membro do parlamento sueco, à agência de notícias Reuters.Uma consulta realizada em fevereiro de 2007 entre a comunidade GLBT da Letônia apurou que 82% dos pesquisados não eram favoráveis à realização de uma Parada do Orgulho em Riga, enquanto somente 7% acreditavam que esse tipo de evento ajuda a promover a tolerância a minorias sexuais.
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