A prefeitura de São Paulo deve desmontar os tapumes e recolher o entulho das obras na Avenida Paulista até o próximo 25 de maio, quando acontece a 12ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. É o que garante Cassio Rodrigo, da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da prefeitura. Segundo ele, deve ser montado um telecentro na Rua da Consolação, com acesso gratuito à internet, e três hospitais para atendimento de emergência - um em frente ao Parque Trianon, com 20 leitos; outro em frente ao Cemitério da Consolação, também com 20 leitos; e um na Praça Roosevelt, com 40 leitos. As calçadas da Avenida Paulista estão em obras desde 2007 para a troca do piso. Entre o Museu de Arte de São Paulo - local da concentração da Parada - e a Rua da Consolação, o serviço foi concluído. Mas no trecho restante o passeio ainda está com canteiros e trechos sem calçamento. "Do jeito que estava, as obras colocariam em risco a segurança das pessoas em uma aglomeração do porte da Parada", conclui Cássio.
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terça-feira, 20 de maio de 2008
Parada de São Paulo: Prefeitura vai desmontar canteiros de obra na Paulista e montar três hospitais
A prefeitura de São Paulo deve desmontar os tapumes e recolher o entulho das obras na Avenida Paulista até o próximo 25 de maio, quando acontece a 12ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. É o que garante Cassio Rodrigo, da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da prefeitura. Segundo ele, deve ser montado um telecentro na Rua da Consolação, com acesso gratuito à internet, e três hospitais para atendimento de emergência - um em frente ao Parque Trianon, com 20 leitos; outro em frente ao Cemitério da Consolação, também com 20 leitos; e um na Praça Roosevelt, com 40 leitos. As calçadas da Avenida Paulista estão em obras desde 2007 para a troca do piso. Entre o Museu de Arte de São Paulo - local da concentração da Parada - e a Rua da Consolação, o serviço foi concluído. Mas no trecho restante o passeio ainda está com canteiros e trechos sem calçamento. "Do jeito que estava, as obras colocariam em risco a segurança das pessoas em uma aglomeração do porte da Parada", conclui Cássio.
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