"confiança em que o Judiciário procederá revisão da decisão demonstrando compromisso com princípios constitucionais que configuram o Estado democrático de direito". A polêmica em torno da sentença do juiz começou na última sexta-feira, dia 3 de agosto, quando Junqueira Filho resolveu arquivar a queixa-crime movida pelo jogador são-paulino Richarlyson contra o diretor-administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Junior, que teria sugerido uma suposta homossexualidade de Richarlyson. O juiz então afirmou que se o atleta fosse homossexual ele deveria largar o esporte, pois o futebol é para homens viris e não para homossexuais. Disse também que se um homossexual quiser jogar futebol ele deve formar sua própria equipe e uma federação específica.Além do ministro Paulo Vannuchi, a atitude do juiz foi criticada também pelos ministros do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello e Marco Aurélio de Mello. "Ele deixou escancarado que não concebe a relação entre homossexuais. É algo que merece a excomunhão maior. Cada um tem o direito de adotar a postura que quiser", afirmou Marco Aurélio.As manifestações partiram também por parte da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT). "O Poder Judiciário reveja essa decisão, demonstrando respeito com os princípios princípios constitucionais que configuram o Estado democrático de direito e especialmente com os cidadãos e cidadãs homossexuais", reiterou Léo Mendes, secretário de comunicação da ABGLT.
Bem Vindo ao novo jornal do Theboy V2, aqui você fica por dentro de tudo que acontece no mundo GLBT, entre e fique informado
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Caso Richarlyson: Ministro dos Direitos Humanos e ABGLT criticam juiz homofóbico
A sentença homofóbica proferida pelo juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho no caso do jogador são-paulino Richarlyson foi criticada pelo ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi.Em nota oficial Vannuchi considera que a sentença possui "evidente conteúdo homofóbico", principalmente nos trechos em que o juiz Junqueira Filho diz que futebol é para homens viris e não para homossexuais. O ministro ainda diz ter
"confiança em que o Judiciário procederá revisão da decisão demonstrando compromisso com princípios constitucionais que configuram o Estado democrático de direito". A polêmica em torno da sentença do juiz começou na última sexta-feira, dia 3 de agosto, quando Junqueira Filho resolveu arquivar a queixa-crime movida pelo jogador são-paulino Richarlyson contra o diretor-administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Junior, que teria sugerido uma suposta homossexualidade de Richarlyson. O juiz então afirmou que se o atleta fosse homossexual ele deveria largar o esporte, pois o futebol é para homens viris e não para homossexuais. Disse também que se um homossexual quiser jogar futebol ele deve formar sua própria equipe e uma federação específica.Além do ministro Paulo Vannuchi, a atitude do juiz foi criticada também pelos ministros do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello e Marco Aurélio de Mello. "Ele deixou escancarado que não concebe a relação entre homossexuais. É algo que merece a excomunhão maior. Cada um tem o direito de adotar a postura que quiser", afirmou Marco Aurélio.As manifestações partiram também por parte da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT). "O Poder Judiciário reveja essa decisão, demonstrando respeito com os princípios princípios constitucionais que configuram o Estado democrático de direito e especialmente com os cidadãos e cidadãs homossexuais", reiterou Léo Mendes, secretário de comunicação da ABGLT.
"confiança em que o Judiciário procederá revisão da decisão demonstrando compromisso com princípios constitucionais que configuram o Estado democrático de direito". A polêmica em torno da sentença do juiz começou na última sexta-feira, dia 3 de agosto, quando Junqueira Filho resolveu arquivar a queixa-crime movida pelo jogador são-paulino Richarlyson contra o diretor-administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Junior, que teria sugerido uma suposta homossexualidade de Richarlyson. O juiz então afirmou que se o atleta fosse homossexual ele deveria largar o esporte, pois o futebol é para homens viris e não para homossexuais. Disse também que se um homossexual quiser jogar futebol ele deve formar sua própria equipe e uma federação específica.Além do ministro Paulo Vannuchi, a atitude do juiz foi criticada também pelos ministros do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello e Marco Aurélio de Mello. "Ele deixou escancarado que não concebe a relação entre homossexuais. É algo que merece a excomunhão maior. Cada um tem o direito de adotar a postura que quiser", afirmou Marco Aurélio.As manifestações partiram também por parte da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT). "O Poder Judiciário reveja essa decisão, demonstrando respeito com os princípios princípios constitucionais que configuram o Estado democrático de direito e especialmente com os cidadãos e cidadãs homossexuais", reiterou Léo Mendes, secretário de comunicação da ABGLT.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário